Garça-real (Ardea cinerea)


Nikon D300 + Nikon Nikkor 80-400mm Vr: 400mm, 1/800 seg., f/5.6, ISO 200
Estuário do Douro (Vila Nova de Gaia), Dezembro de 2010

5 comentários:

pbl 11 de janeiro de 2011 às 23:58  

Um estrondo.
A nitidez quase que nos mete o pássaro na sala...

(já agora, fiquei curioso: o que usa para dar nitidez depois de reduzir? Unshap, SmartSharpen?
Quais os valores de referência que usa?
Faz sharpening aos raws antes de reduzir?)

(eu estou a reduzir tudo o que é para a web para 2048 na largura máxima, e faço Smartsharpen, Lens blur, 100%, 0,2, more accurate seleccionado e o resto tudo quietinho)
(aumento ou diminuo a percentagem conforme as necessidades, nunca o radius)

José Loureiro 12 de janeiro de 2011 às 23:40  

Pedro,
Tudo depende do tamanho e para o fim a que se destinam as fotos… além de que, cada foto é um caso.
Mas, genericamente (ou como valores indicativos), para as que coloco no site (777px) uso cerca de:
Unsharp Mask @ 30 a 50%
Radius @ 0,3pixeis.

Já para o tamanho que está a usar (2048px) a configuração já teria de ser qualquer coisa entre os 0,9 a 1,6 Radius mantendo a percentagem (ou, eventualmente subindo-a) relativa à quantidade de Unsharp Mask.
Em todo o caso, embora possamos ter certos valores como referência eles não devem tidos como imutáveis… A resolução da fotografia, o motivo, a percentagem de “crop”, etc., influenciam e alteram o impacto que esses valores produzem no resultado final.

Como princípio, devemos ter em conta que o processo de “Sharpennig”, salvo casos especiais, é sempre o último passo a dar na edição duma imagem. Embora no programa “Câmara Raw” do CS se possam ajustar esses valores, pessoalmente, só o faço “a final”. Dessa forma, depois de acertados todos os restantes parâmetros (cor, níveis, etc.) e principalmente quando reduzimos a foto para o tamanho pretendido, teremos uma noção muito mais precisa da quantidade que devemos utilizar.

pbl 13 de janeiro de 2011 às 00:22  

Sem dúvida.
Eu cá, gosto mais do Smart Sharpen.
Acho que fica melhor.
Nada de objectivo, obviamente.
Tenho visto uma série de artigos a recomendar o sharpening do raw e, depois, novamente, na alteração de resolução.
Faz sentido, se se pensar que qualquer câmara, ao fazer o JPEG, já comporta ela própria um processo artificial de aumento da nitidez.
Eu, apesar de raramente olhar para o RAW (os JPEG da Mk2 são muito bons, a meu ver) faço sempre RAW+JEPG de algum tempo para cá.
Defino o JPEG como Master no Aperture, mas o RAW fica lá como negativo, digamos assim.
Por esse motivo (ou seja, por ter como base um JPEG já com a nitidez definida pela máquina), só uso o SmartSharpen no último passo da edição - como muito bem recomenda - mas acho que mais do que os valores que apontei, já começa a gerar artefactos nas linhas muito vincadas.
Sinceramente, começo a ficar um bocado chateado com o meu workflow, já que faço a edição no Aperture (habitualmente, apenas um tudo nada de contraste e um pouco de brilho para compensar) e depois exporto o CS5, mudo para 2048 e faço o SS.
Gostaria bem de usar a ferramenta de sharpening do Aperture, mas a verdade é que, depois, ao exportar pra metade do tamanho original a imagem perde nitidez (parece que a Apple decidiu aplicar ao algoritmo de sharpening ao redimensionamento, que manifestamente não funciona).
Não faz muito sentido, mas é mesmo assim.
Enfim, são os dramas desta vida.
Obrigado pela disponibilidade para trocar experiências.
Abraço.

Íris Landito 28 de fevereiro de 2011 às 12:49  

Caro e permita-me chamar-lhe de amigo José Loureiro.
Acuso acompanhar seus trabalhos já á bastante tempo, e sempre fico impressionado pelo que vejo e leio é realmente um trabalho notável, mesmo de louvar para aqueles que teimam em perceber o fundamento das coisas e lhes sobram sempre algumas duvidas sobre as mesmas claro esta a fotografia.
Hoje enchi-me de coragem e pinto tudo o que tenho visto de seus trabalhos com cores douradas porque realmente só estas permanecem nos mesmos.
Um Cordial muito Obrigado: Iris Landito

José Loureiro 28 de fevereiro de 2011 às 20:55  

Muito obrigado eu,Iris Landito!

Espécies

Copyright

Todas as fotografias apresentadas nestas páginas são da autoria e propriedade do autor. Caso haja interesse na sua utilização agradeço prévia solicitação para o efeito.

Acerca destas páginas...

As fotografias de aves constantes destas páginas, captadas no respectivo habitat de cada uma, são uma pequena amostra das mais de 400 espécies que ocorrem em Portugal quer seja com carácter permanente quer seja com carácter migrador.
Parte delas não são mais que meros registos representativos dalgumas dessas espécies que, ao longo do tempo, irão sendo substituídas.
Espécies fotografadas até ao momento: 75

Seguidores